Transformando desafios em habilidades

Intervenções em Autismo e TDAH guiadas por ciência, vínculo e contexto relacional.

Atuação Especializada

Mais de 10 anos de experiência clínica em autismo e TDAH, sustentados por múltiplas formações profissionais. Prática consolidada a partir de diferentes histórias, contextos e formas de funcionamento.

Formação
Sólida

Psicóloga com mestrado, especializações e certificações internacionais. Formação acadêmica e técnica que sustenta intervenções efetivas e atualizadas.

Escuta
Empática

Acolhimento atento e sem julgamentos do que é dito de forma explícita e implícita. Apoio na compreensão de necessidades, limites e dificuldades.

Olhar
Sistêmico

O ambiente, as relações e a rotina influenciam diretamente o comportamento, as dificuldades e os avanços. Por isso, esses fatores são considerados de forma contínua ao longo de todo o processo.

CRP 07/24752

Sobre a Psicóloga Jéssica Quirino Nicoletti

Graduada em Psicologia e mestre em Neuropsicologia. Sua pesquisa de mestrado foi voltada à avaliação do comportamento suicida em jovens com Transtorno do Espectro Autista nível 1 de suporte, temática de relevância clínica e social.

Sua prática clínica é construída a partir de diversas formações, sendo apresentadas aqui aquelas que orientam diretamente os atendimentos realizados. Possui especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental e em Análise do Comportamento Aplicada. Também conta com formação em Autismo na Adolescência e na Adultez e em Terapia Comportamental Dialética, além de certificações internacionais em Intervenção Precoce e Orientação Parental.

Atua com psicoterapia individual e intervenção ABA em autismo, TDAH, altas habilidades, ansiedade e depressão. Realiza orientação familiar, supervisão clínica para profissionais e palestras voltadas ao desenvolvimento infantojuvenil e à capacitação de pessoas que atuam com neurodivergências. É fundadora do Projeto SensoPSI, iniciativa de psicoterapia social online.

Terapia e intervenção com propósito e presença

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Psicoterapia Individual

É um processo clínico voltado à compreensão e modificação de padrões cognitivos, emocionais e comportamentais que impactam o funcionamento e a qualidade de vida. O trabalho pressupõe participação ativa e capacidade reflexiva do paciente, envolvendo avaliação contínua, definição de objetivos terapêuticos e aplicação de estratégias baseadas em evidência, visando regulação emocional, redução do sofrimento psíquico e fortalecimento da autonomia no cotidiano.

Intervenção ABA

Fundamenta-se na análise funcional dos comportamentos que impactam a rotina e o desenvolvimento. A intervenção envolve avaliação do repertório comportamental, definição de objetivos claros, ensino estruturado de habilidades funcionais e acompanhamento sistemático por meio de registros de dados. As estratégias são ajustadas de forma contínua com base em evidência, visando mudanças práticas sustentáveis e generalizáveis para o cotidiano do indivíduo e de sua família.

Orientação Psicológica Familiar

Caracteriza-se como um serviço voltado à avaliação das contingências ambientais e das dinâmicas relacionais que influenciam o comportamento. Compreende análise do contexto familiar, organização de rotinas, orientação técnica de estratégias de manejo comportamental e alinhamento das respostas do ambiente. O objetivo é modificar padrões interacionais que contribuem para a manutenção das dificuldades, favorecendo respostas mais consistentes, previsíveis e funcionais. Pode integrar processos terapêuticos em andamento ou ser realizado de forma independente, em atendimentos pontuais ou por períodos delimitados, conforme a demanda clínica.

Como funciona o acompanhamento?

O agendamento pode ser realizado diretamente no site. Em caso de dúvidas, o contato pode ser feito via WhatsApp antes do agendamento.

Psicoterapia Individual

Passo 1
Avaliação inicial

O processo tem início com uma ou mais sessões de anamnese, voltadas à compreensão da demanda, do histórico e dos objetivos terapêuticos. No caso de crianças e adolescentes, a primeira consulta ocorre exclusivamente com os responsáveis legais, sendo realizado, em momento posterior, o atendimento com o paciente. Essa etapa possibilita a compreensão do funcionamento no contexto familiar e a identificação de variáveis relevantes.

Passo 2
Plano terapêutico individualizado

Com base na avaliação inicial, são definidas as metas terapêuticas, a frequência dos atendimentos e as estratégias clínicas a serem utilizadas. Em atendimentos de crianças e adolescentes, o plano é construído a partir das informações trazidas pelos familiares, pelo paciente e da observação clínica. A integração dessas perspectivas permite uma compreensão mais precisa do funcionamento e favorece intervenções alinhadas à realidade do paciente, promovendo maior engajamento ao longo do processo terapêutico, independentemente da idade.

Passo 3
Acompanhamento

Os atendimentos ocorrem de forma regular, conforme a frequência definida no plano terapêutico, com monitoramento contínuo da evolução clínica. Ao longo do processo, são acompanhados avanços, dificuldades e respostas às intervenções, possibilitando reavaliações e ajustes sempre que necessário. Quando o paciente é menor de idade, são realizadas devolutivas e orientações aos responsáveis legais, visando o alinhamento das estratégias e sua aplicação consistente no cotidiano familiar.



Intervenção ABA

Passo 1
Avaliação inicial

O primeiro atendimento é realizado exclusivamente com os responsáveis legais. O objetivo é compreender a demanda apresentada, o histórico do paciente, a rotina familiar e os principais desafios observados no cotidiano. Essa etapa permite a coleta de informações clínicas relevantes sobre o desenvolvimento, o contexto ambiental e as expectativas da família, além da identificação de variáveis que influenciam o planejamento da intervenção.

Passo 2
Avaliação do repertório comportamental

Após a avaliação inicial, é realizada a avaliação direta do paciente, com foco no repertório de habilidades e no funcionamento comportamental. Essa etapa envolve observação direta, aplicação de protocolos clínicos e instrumentos específicos, conforme a indicação. A partir desse processo, são identificados os níveis de habilidade, as necessidades prioritárias e os objetivos terapêuticos iniciais.

Passo 3
Plano de intervenção individualizado

Com base nos dados obtidos na avaliação inicial e na avaliação do repertório comportamental, é elaborado um plano de intervenção individualizado. Nessa etapa, são definidos os objetivos terapêuticos, a frequência dos atendimentos e as estratégias comportamentais a serem utilizadas. A participação da família é considerada fundamental para alinhar as estratégias à rotina e ao nível real de disponibilidade para aplicação das orientações, favorecendo a generalização das habilidades nos diferentes contextos.

Passo 4
Implementação da intervenção

Os atendimentos são realizados por aplicadores capacitados, preferencialmente no contexto natural do paciente, o que permite uma análise mais precisa das variáveis ambientais e favorece a generalização das habilidades no cotidiano. A intervenção ocorre sob supervisão clínica contínua, com análise sistemática dos dados e orientação técnica aos aplicadores. Periodicamente, são realizadas devolutivas aos responsáveis para compartilhar a evolução e orientar a aplicação das estratégias na rotina.

Passo 4
Monitoramento e reavaliações

O plano de intervenção é monitorado de forma contínua por meio da análise dos dados coletados ao longo das sessões. Além dos ajustes realizados nas supervisões, são conduzidas reavaliações periódicas mais amplas, que envolvem observação direta do paciente, análise do progresso alcançado e revisão das metas terapêuticas. A partir dessas reavaliações, o plano pode ser ajustado e novos objetivos podem ser incluídos conforme a evolução observada. Quando indicado, são realizadas articulações com a escola e com outros profissionais envolvidos no cuidado.

Orientação Psicológica Familiar

É indicado quando as respostas do ambiente passam a contribuir para a manutenção de dificuldades emocionais, comportamentais ou relacionais. Em muitos casos, não se trata de falta de esforço das pessoas envolvidas, mas de padrões de interação, comunicação e manejo que, de forma não intencional, reforçam comportamentos disfuncionais, ampliam conflitos e aumentam o sofrimento.

Esse acompanhamento possibilita que a família compreenda como os comportamentos se desenvolvem e se mantêm, identifique as variáveis do contexto envolvidas e implemente ajustes compatíveis com a realidade do cotidiano. A partir da organização de rotinas, do alinhamento de expectativas, da definição de limites claros e do uso de estratégias baseadas em evidência, o ambiente deixa de atuar como fator de risco e passa a favorecer o desenvolvimento, a autonomia e a adaptação.

Em casos de TDAH e autismo, a previsibilidade, a consistência e a qualidade das respostas do ambiente têm impacto direto no funcionamento. Quando bem estruturado, esse acompanhamento reduz conflitos, diminui a sobrecarga familiar e melhora a comunicação, podendo ser contratado de forma independente.

O serviço pode integrar a psicoterapia ou a intervenção ABA, bem como ser contratado de forma independente, por meio de encontros pontuais ou por períodos delimitados, conforme a demanda. Nos atendimentos com menores de idade, constitui parte obrigatória do processo terapêutico, em razão do papel central do ambiente na modificação dos comportamentos. Em atendimentos com adultos, pode ser realizado quando clinicamente indicado e, nos casos em que o adulto esteja em acompanhamento, mediante seu consentimento, com foco no alinhamento do contexto relacional.

Assessoria Profissional

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Supervisão Clínica

Supervisão Clínica

Consiste em acompanhamento técnico para profissionais que buscam maior segurança, critério clínico e clareza na tomada de decisão. O trabalho inclui análise de casos, planejamento de condutas, revisão de estratégias e alinhamento com evidências científicas.

Mentoria

Mentoria

Acompanhamento voltado ao desenvolvimento técnico, ético e estratégico da prática clínica. O processo oferece orientação sobre organização de atendimentos, tomada de decisões complexas, posicionamento profissional e construção de um percurso consistente, alinhado à realidade de cada profissional e às boas práticas baseadas em evidências.

Palestras e Workshops

Palestras e Workshops

Atividades voltadas à capacitação de estudantes e profissionais, integrando fundamentos teóricos e aplicações clínicas. Abordam temas relacionados ao desenvolvimento infantojuvenil, às neurodivergências e à prática orientada por evidências.

Nosso espaço

Perguntas Frequentes

A psicoterapia individual, a orientação psicológica familiar e a supervisão clínica podem ocorrer de forma presencial ou online, conforme a indicação clínica. No caso da psicoterapia online, os atendimentos são realizados a partir dos 12 anos, mediante avaliação clínica, que considera o nível de compreensão, a capacidade de comunicação, a autonomia para participação ativa nas sessões e as condições do ambiente para a realização do atendimento. A intervenção ABA é realizada exclusivamente de forma presencial. 

Sim, apresenta a mesma eficácia da modalidade presencial. O que deve ser cuidadosamente avaliado é a indicação do formato para cada pessoa, considerando as condições clínicas, os recursos de comunicação, o nível de autonomia e a possibilidade de engajamento adequado no processo terapêutico.

Sim. O processo psicoterapêutico pode ser iniciado mesmo na ausência de diagnóstico formal, desde que haja sofrimento psíquico, dificuldades funcionais ou demandas emocionais e relacionais. A avaliação clínica ao longo do processo permite compreender o funcionamento do paciente e, quando necessário, orientar para avaliação diagnóstica específica.

Crianças, adolescentes e adultos jovens.

O foco clínico da Psicóloga Jéssica é autismo e TDAH com atuação no manejo de comorbidades frequentes, como ansiedade, depressão, altas habilidades e questões alimentares.

Não necessariamente. A indicação depende do nível de funcionamento, da capacidade reflexiva, das demandas apresentadas e dos objetivos terapêuticos. Em alguns casos, a intervenção mais indicada é a orientação psicológica familiar ou a intervenção ABA.

Não. Embora possua formação em Neuropsicologia, no momento sua atuação clínica não inclui a realização de avaliações neuropsicológicas formais com finalidade diagnóstica e emissão de laudo. Quando esse tipo de avaliação é indicado, a Psicóloga Jéssica orienta e encaminha para profissionais de confiança.

A psicoterapia envolve um trabalho reflexivo, no qual o paciente participa ativamente da compreensão de seus pensamentos, emoções e comportamentos, favorecendo o desenvolvimento de consciência, regulação emocional e autonomia. A intervenção ABA é voltada ao ensino estruturado de habilidades funcionais e à modificação de comportamentos disfuncionais, com foco na aprendizagem e na generalização de repertórios no cotidiano.  A orientação psicológica familiar é realizada com os familiares e visa analisar o contexto, organizar a rotina, orientar manejos comportamentais e alinhar as respostas do ambiente. Esse serviço pode integrar a psicoterapia ou a intervenção ABA, bem como ser contratado de forma independente, conforme a demanda. Nos atendimentos com crianças e adolescentes,  a orientação psicológica familiar é parte obrigatória do processo terapêutico, em razão do papel central do ambiente no desenvolvimento e na modificação dos comportamentos.

As intervenções em ABA são executadas por aplicadores capacitados. A Psicóloga Jéssica já atuou diretamente na aplicação de programas, porém, no momento, sua atuação ocorre exclusivamente como analista do comportamento, realizando supervisão clínica dos casos. Essa atuação envolve avaliação inicial, reavaliações periódicas, definição de objetivos terapêuticos, planejamento das intervenções, análise de dados e orientação técnica aos profissionais responsáveis pela execução. Nos atendimentos de psicoterapia individual, quando clinicamente indicado, são utilizados procedimentos comportamentais baseados em princípios da ABA de forma complementar.

A literatura científica descreve a ABA como uma intervenção sistemática, baseada em dados e, em muitos casos, intensiva. Para que haja ensino estruturado de habilidades, monitoramento contínuo por dados e possibilidade real de generalização dos repertórios para o cotidiano, é necessária uma carga horária compatível. Em termos técnicos, intervenções com carga inferior a aproximadamente 10 sessões semanais não caracterizam um programa estruturado e intensivo, sendo mais adequado descrevê-las como intervenções comportamentais baseadas em princípios da ABA.

Do ponto de vista ético e técnico, a definição da carga horária decorre da avaliação comportamental individualizada realizada pelo analista do comportamento responsável pelo caso, considerando o repertório do indivíduo, as necessidades de suporte e o monitoramento sistemático por dados. Trata-se de uma decisão clínica que integra o planejamento da intervenção e deve ser revista conforme a evolução observada. Para fins de custeio, os planos de saúde exigem prescrição médica, pois o sistema de cobertura está estruturado a partir do ato médico. Essa exigência tem caráter administrativo e não substitui o planejamento técnico da intervenção comportamental, que é atribuição do analista do comportamento.

Não. São serviços distintos. Em alguns casos, a orientação familiar pode ser suficiente como intervenção principal. Em outros, atua de forma complementar à psicoterapia ou à intervenção ABA, conforme a demanda clínica.

Sim. Trata-se de um serviço psicológico próprio e pode ser contratado de forma independente da psicoterapia ou da intervenção ABA. É indicado quando as dificuldades estão relacionadas às respostas do ambiente ou às dinâmicas familiares.

A psicoterapia é baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental. O processo envolve avaliação inicial, definição de objetivos terapêuticos, acompanhamento contínuo e ajustes conforme a evolução clínica. Quando clinicamente indicado, de forma complementar, são utilizadas ferramentas de outras abordagens comportamentais, nas quais a profissional também possui formação.

A frequência é definida após a avaliação inicial, de acordo com a demanda clínica e os objetivos terapêuticos. Em geral, as sessões ocorrem uma vez por semana, podendo ser ajustadas conforme a necessidade clínica.

Não. A duração do acompanhamento depende da complexidade da demanda, da evolução clínica e do contexto do paciente. Não há prazos fixos.

As sessões envolvem psicoeducação, análise do contexto, orientação de manejos comportamentais e organização de estratégias aplicáveis ao cotidiano da família.

Quando clinicamente indicado, são realizadas articulações com a escola e com outros profissionais envolvidos no cuidado.

Não. Orientações, análises e definições de conduta configuram atendimento psicológico e, por questões éticas, devem ser realizadas exclusivamente em consulta. Esse tipo de intervenção exige avaliação técnica, análise do contexto, escuta qualificada e disponibilidade de tempo profissional, não sendo apropriado realizá-la fora do espaço terapêutico. Mensagens podem ser utilizadas para comunicações administrativas ou para o envio de relatos objetivos. No entanto, quando há expectativa de retorno, esclarecimento ou orientação clínica, trata-se de demanda que requer atendimento formal, com agendamento de consulta.

Exclusivamente particular. Em alguns casos, é possível solicitar reembolso junto ao plano de saúde, processo que é de responsabilidade do paciente ou de seus familiares e não condiciona o pagamento dos serviços prestados.

A confirmação da primeira consulta ocorre mediante pagamento antecipado. As sessões de psicoterapia ou de intervenção ABA podem ser pagas por sessão ou de forma mensal, conforme definido em contrato de prestação de serviços.

As consultas devem ser canceladas com antecedência mínima de 24 horas. Cancelamentos realizados fora desse prazo são cobrados integralmente, pois o horário é reservado exclusivamente para o atendimento e não pode ser disponibilizado para outro paciente em curto prazo. Essa regra também se aplica ao primeiro atendimento, uma vez que a confirmação da agenda ocorre mediante pagamento antecipado.